13/05/2016

Por um serviço público para além dos “1038 altos executivos concursados do Governo Federal”

A recente Nota Pública da Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (ANESP) acerca da “transição de governo” deve ser vista como um belo exemplar e como um importante alerta.
É um belo exemplar do grau de complexidade que os “1038 altos executivos” conseguem imprimir numa análise sobre a dinâmica político-partidária do País.
É um importante alerta dos desafios atuais e futuros que as equipes dos Ministérios terão de enfrentar.
Nos últimos anos, o movimento dos colegas que se julgam “Os Típicos” vem ganhando força na Esplanada. O maior expoente deste grupo... (clique aqui continuar lendo a nota do Movate)

11 comentários:

  1. Saibam que a referida e trágica nota da Diretoria da ANESP está sendo repudiada pela Carreira EPPGG, já tendo se manifestado em carta pública mais de 180 EPPGGS. Já houve inclusive renúncia de um diretor e a diretora da Associação. Aquela nota e aparentemente a direcao da ANESP não representam a carreira,
    Ademir Picanço de Figueiredo, EPPGG

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  2. Saibam que a referida e trágica nota da Diretoria da ANESP está sendo repudiada pela Carreira EPPGG, já tendo se manifestado em carta pública mais de 180 EPPGGS. Já houve inclusive renúncia de um diretor e a diretora da Associação. Aquela nota e aparentemente a direcao da ANESP não representam a carreira,
    Ademir Picanço de Figueiredo, EPPGG

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  3. Admemir, essa nota da Anesp representa sim a carreira. Mostra a própria essência dos que se pensam como Os Gestores. Quem não representa a carreira talvez sejam os 180 EPPGG que resolveram se manifestar contrários. Qualquer pessoa consegue ver a forma como os EPPGG vêm atuando.

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  4. Anônimo, uma rápida passagem pelo site dessa "entidade" mostra que os interesses são mais contra uma carreira do que dessa tal valorização exposta aí nesse nome. Questiona-se apenas a valorização dos EPPGGs, sendo que o movimento foi muito mais amplo (especialistas de agências reguladoras, APOs, receita federal, CGU, etc.). Você vai me desculpar, mas esse movimento seletivo, de crítica aos EPPGGs, carece de melhores números e fundamentação...

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    1. Mas não vejo ninguém da Receita ou da CGU tentando se colocar como a única carreira que elabora e implementa políticas públicas. Existem várias carreias na área de Gestão Publica no Executivo que fazem as mesmas atividades de um EPPGG por 1/3 do salário. O texto dessa entidade escancara o projeto de poder dos EPPGG

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    2. A solução para a equiparação salarial é simples: basta que os TAE prestem o próximo concurso para EPPGG e sejam aprovados.

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    3. Eis a prova de que esperam que não haja alternativas à carreira de EPPGG. Então, para um TAE atuar na sua área, tem que virar EPPGG?! Que loucura!

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  5. o movimento parece mais empenhado contra o reajuste dos eppgg que com a valorização dos ATE

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    1. Talvez o Movimento esteja preocupado com o projeto de poder dos EPPGG (e dos demais típicos), o qual simplesmente inviabiliza a existência dos TAE e das demais carreiras que tentam trabalhar nos ministérios e que seguramente podem dar significativas contribuições às políticas

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    2. "Hoje, no Executivo, servidor é lobo do próprio servidor."

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  6. Excelente a Nota do Movate. Parabéns. O oportunismo desta Carreira de EPPGGs beira o patético...

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